noviembre 11, 2015

General Rules for Type of Medium (required) for the Volume for Individual Volumes With a Separate Title and Separate Authors/Editors Vancouver Style



Indicate the type of medium (microfiche, ultrafiche, microfilm, microcard, etc.) following the title (and Content Type, if present) when a book is published in a microform.

Place the name of the medium in square brackets and end with a period outside the closing bracket, such as [microfiche].

Add information about the medium according to the instructions under Physical Description below.

See Chapter 15 for books in audiovisual formats, Chapter 18 for books on CD-ROM, DVD, or disk, and Chapter 22 for Internet books.


Según:

Citing Medicine: The NLM Style Guide for Authors, Editors, and Publishers [Internet]. 2nd edition. Chapter 2: Books


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General Rules for Type of Medium (required) for the Volume for Individual Volumes With a Separate Title and Separate Authors/Editors Vancouver Style

Specific Rules #1 for Type of Medium (required) for the Volume for Individual Volumes With a Separate Title and Separate Authors/Editors Vancouver Style: Titles ending in punctuation other than a period

Specific Rules #2 for Type of Medium (required) for the Volume for Individual Volumes With a Separate Title and Separate Authors/Editors Vancouver Style: Titles not in English






«A língua portuguesa e o século XXI»



Juca Ferreira, sociólogo, ministro da Cultura
Brasil 247




«O século XXI começou desafiando a todos nós falantes da língua portuguesa. Está a nos exigir um protagonismo de grandes proporções. Hoje, há uma expressiva presença de nosso idioma em todos os continentes, presença que não para de crescer e tomar maiores dimensões planetárias.

»Compomos um universo de falantes que supera o de línguas muito mais tradicionais no mundo da cultura e dos negócios. Somos mais falados do que o italiano e o alemão. O francês nos supera apenas quanto ao número de falantes não nativos. Juntos, estamos entre as cinco maiores economias do planeta.

»A nossa língua está a nos exigir uma afirmação global, a nos cobrar uma responsabilidade para com ela. Impressiona-me que não tenhamos uma política comum a todos os países que falam o português. Quem há de negar que precisamos definir uma grande estratégia cultural de presença no mundo que abranja todo o nosso território linguístico?

»Quem há de subestimar a importância da língua? É grande a sua dimensão social, política, econômica e geopolítica. Ela é muito mais que uma ferramenta de comunicação. Nela, não estão armazenados apenas conhecimentos e informações. A língua é a cultura que ela produz. É ela quem nos dá os sentidos. É o universo desenhado por ela que nos referencia e nos singulariza. A língua gera coesão, nos fortalece no mundo globalizado, "é a casa onde a gente mora". Nela, se deposita know how, tecnologia. Língua também é economia.

»Não subestimemos o assunto. Ele é sério. Estamos diante de uma questão de afirmação da qual não podemos nos furtar. Por meio de nossa cultura podemos afirmar uma visão de mundo, um modo de vida, projetos de civilização fundados em estratégias generosas e abrangentes. Estou convencido de que podemos ser portadores de uma mensagem planetária singular.

»No mundo globalizado em que vivemos, nunca houve tantas trocas de ideias, de discurso, de palavras, entre todos os falantes de língua portuguesa - nunca houve tanto conhecimento e reconhecimento mútuo.

»O português de Portugal, o português que emerge nos países africanos e a língua que é falada no Brasil formam um só idioma. Não tenho dúvidas que uma ortografia comum, como parte de uma maior interação cultural, nos dará a grandeza e dimensão que nossos artistas e escritores projetam.

»É claro que precisamos de uma ortografia uniformizada. É insensato não crer na necessidade de um acordo ortográfico. Possíveis erros de condução não diminuem sua importância, e o que representa para o fortalecimento da língua no contexto global. A diversidade e a riqueza de um português que floresce em vários cantos do planeta, e que a enriquece, sem uma escrita comum podem vir a comprometer a sua unidade.

»Precisamos dar novos passos para a consolidação de uma comunidade de língua portuguesa, compartilhar nosso universo cultural num grau e proporção ainda não experimentado. Precisamos fortalecer ações de colaboração e integração mútua rumo a uma maior projeção global.

»Convoquemos a todos para a montagem de um estratégia planetária para a língua portuguesa. Convoquemos aqueles que com ela criam, tendo-a como matéria prima, aqueles que a mantém viva, que a recriam diariamente e que expressam seus falares.

»Convoquemos os poetas, os escritores, os artistas, os jornalistas, os cronistas, os tradutores, os editores, os professores, os filólogos, os intelectuais, os sociolinguistas, os midialivristras, os críticos literários e, também, os normatizadores. Precisamos de todos, inclusive dos estados nacionais.

»Pensemos a língua em suas várias dimensões. Consolidemos um universo cultural comum, não apenas em suas expressões literárias e poéticas, mas também na música, no teatro, no cinema, no pensamento; e em suas inserções na internet, no rádio, no jornalismo, na TV, etc. etc. Pensemos globalmente.

»Não podemos, enfim, simplificar o assunto, reduzindo-o a uma questão puramente técnica. Não podemos desconectar a uniformização da ortografia de um contexto cultural mais amplo que diga respeito toda a comunidade lusófona.»






«Porqué / porque / por qué / por que»


De las preguntas más frecuentes planteadas por los
usuarios del servicio de consultas lingüísticas
de la Academia Española de la Lengua



«a) porqué

»Es un sustantivo masculino que equivale a causa, motivo, razón, y se escribe con tilde por ser palabra aguda terminada en vocal. Puesto que se trata de un sustantivo, se usa normalmente precedido de artículo u otro determinante:

»No comprendo el porqué de tu actitud [= la razón de tu actitud].

»Todo tiene su porqué [= su causa o su motivo].


»Como otros sustantivos, tiene plural:

»Hay que averiguar los porqués de este cambio de actitud.



»b) por qué

»Se trata de la secuencia formada por la preposición por y el interrogativo o exclamativo qué (palabra tónica que se escribe con tilde diacrítica para distinguirla del relativo y de la conjunción que). Introduce oraciones interrogativas y exclamativas directas e indirectas:

»¿Por qué no viniste ayer a la fiesta?

»No comprendo por qué te pones así.

»¡Por qué calles más bonitas pasamos!


»Obsérvese que, a diferencia del sustantivo porqué, la secuencia por qué no puede sustituirse por términos como razón, causa o motivo.



»c) porque

»Se trata de una conjunción átona, razón por la que se escribe sin tilde. Puede usarse con dos valores:

»Como conjunción causal, para introducir oraciones subordinadas que expresan causa, caso en que puede sustituirse por locuciones de valor asimismo causal como puesto que o ya que:

»No fui a la fiesta porque no tenía ganas [= ya que no tenía ganas].

»La ocupación no es total, porque quedan todavía plazas libres [= puesto que quedan todavía plazas libres].


»También se emplea como encabezamiento de las respuestas a las preguntas introducidas por la secuencia por qué:

»—¿Por qué no viniste? —Porque no tenía ganas.


»Cuando tiene sentido causal, es incorrecta su escritura en dos palabras.

»Como conjunción final, seguida de un verbo en subjuntivo, con sentido equivalente a para que:

»Hice cuanto pude porque no terminara así [= para que no terminara así].


»En este caso, se admite también la grafía en dos palabras (pero se prefiere la escritura en una sola):

»Hice cuanto pude por que no terminara así.



»d) por que

»Puede tratarse de una de las siguientes secuencias:

»La preposición por + el pronombre relativo que. En este caso es más corriente usar el relativo con artículo antepuesto (el que, la que, etc.):

»Este es el motivo por (el) que te llamé.

»Los premios por (los) que competían no resultaban muy atractivos.

»No sabemos la verdadera razón por (la) que dijo eso.


»La preposición por + la conjunción subordinante que. Esta secuencia aparece en el caso de verbos, sustantivos o adjetivos que rigen un complemento introducido por la preposición por y llevan además una oración subordinada introducida por la conjunción que:

»Al final optaron por que no se presentase.

»Están ansiosos por que empecemos a trabajar en el proyecto.

»Nos confesó su preocupación por que los niños pudieran enfermar.»







«¿Qué es CyLDigital.es?»



CyLDigital.es




«¿Quiénes somos?

»El Programa CyL Digital, “Castilla y León Comunidad Digital”, es una iniciatiativa de la D.G de Telecomunicaciones de la Consejería de Fomento y Medio Ambiente de la Junta de Castilla y León, incluida en el marco de la Agenda Digital para Castilla y León, cuyo objetivo es informar y sensibilizar a la sociedad sobre las ventajas que ofrecen las nuevas tecnologías y la Sociedad de la Información.


»¿Qué es Cyl Digital?

»CyLDigital es un programa abierto a todos (ciudadanos, autónomos y pequeñas empresas) en el que se desarrollan iniciativas para sensibilizar y formar a las personas en la aplicación de las nuevas Tecnologías de la Información y la Comunicación (TIC) a su vida cotidiana, a su trabajo o a sus negocios. En CYL Digital podrá encontrar su sitio para aprender, informarse, consultar, compartir, aportar y colaborar en el intercambio de experiencias, todo ello relacionado con las TIC y la multitud de posibilidades que ofrecen.

»Un territorio ilimitado de conocimientos que, por medio de las tecnologías multimedia y la formación, tanto presencial como online, le abrirán caminos en su aprendizaje con una oferta formativa diseñada para dar respuesta a sus necesidades. Un lugar en el que podrá relacionarte con personas de cualquier edad, donde podrá participar en comunidad, donde siempre es tiempo para aprender y compartir ideas.

»Todo ello, con el soporte de una red de Espacios CYL Digital, en las capitales de Castilla y León, y de la Red Regional de Cibercentros, repartidos por toda la Comunidad, que impulsan el acercamiento de las TIC a la sociedad castellana y leonesa y desarrollan actividades formativas para fomentar su utilización y evitar la exclusión digital.

»Además, CYL Digital busca promover sinergias con entidades, tanto públicas como privadas, que desarrollen iniciativas y programas TIC, para conseguir un mayor impacto y resultados y facilitar la consecución de objetivos comunes, optimizando los recursos y alineando acciones que benefician al mismo público objetivo.

»En definitiva, se abren ante usted infinidad de posibilidades en el mundo virtual.»






noviembre 10, 2015

Specific Rules #5 for Title (required) for the Volume for Individual Volumes With a Separate Title and Separate Authors/Editors Vancouver Style: No title can be found



Occasionally a publication does not appear to have any title; the book or other short document simply begins with the text. In this circumstance:

Construct a title from the first few words of the text.

Use enough words to make the constructed title meaningful.

Place the constructed title in square brackets.

Example:

Alizai S, Zia A. [Chanesar Goth and Landhi]. Islamabad (Pakistan): [publisher unknown]; [1993?]. 53 p. (Gender differentials in access to health care for Pakistani children; vol. 3).



Según:

Citing Medicine: The NLM Style Guide for Authors, Editors, and Publishers [Internet]. 2nd edition. Chapter 2: Books


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Examples for Title (required) for the Volume for Individual Volumes With a Separate Title and Separate Authors/Editors Vancouver Style





«Nuevos foros para el diseño»



Xavi Calvo
Valencia Plaza - Culturplaza




«De un tiempo a esta parte están surgiendo en Valencia lances que provocan necesarias conversaciones pendientes sobre la profesión del diseño.

»Quizá los diseñadores necesitemos ahora más que antes hablar de nuestra profesión. En nuestro país somos un gremio joven, y tal vez sea cosa de cierto grado de maduración colectiva que estén apareciendo interesantes iniciativas que invitan a hacer balance y puesta en común a modo de terapia grupal.

»Además, a nivel local, en Valencia el diseño ha conseguido en pocos años colarse entre la actualidad de medios no especializados. De una forma discreta, eso sí, pero ya no es del todo extraño encontrarse con noticias que tratan del sector o de profesionales concretos, sumado a la labor de medios como Valencia Plaza en los que ya es un tema fijo en parte de su parrilla. Esto consigue que el diseño pierda ese lastre de frivolidad que se ganó durante algunas décadas, y es otro elemento más que genera esta necesidad del sector para mirarse hacia adentro para entender lo que muestra hacia afuera.

»En los últimos días el sector del diseño se movilizaba para comentar lo último de Mariscal, quizá un tema popular pero un debate interno ya algo repetitivo, y al mismo tiempo un post de Kike Correcher generaba interesantes diálogos en redes sociales sobre precisamente esa condición juvenil del diseño y su peso real en las -mal traducidas- industrias creativas. Así pues actualmente ya tenemos el diseño presente en tertulias que no son exclusivas del mundillo, pero es cuando este mundillo requiere de más diálogo para conocerse mejor.

»Y entre estas recientes iniciativas propias, la semana pasada surge el colectivo Aplec de disseny formado por 6 diseñadores valencianos que se presentaban mediante una mesa redonda en la que planteaban un coloquio sobre el diseño editorial. Una conversación entre diseñadores, con un formato al que no estábamos del todo acostumbrados pero que sin duda, y si siguen convocando estas reuniones, servirá al sector valenciano como parte de esta terapia necesaria para centrarnos en el valor real de esta profesión.

»Antes todo era más lúdico y los propios diseñadores estábamos más acostumbrados a los “saraos” tipo fiesta o inauguración, y las conversaciones sobre la profesión tenían lugar en pequeños grupos a la salida del evento en sí. Estas reuniones, más íntimas, son ahora más dispersas en parte porque se ha perdido el factor aglutinante que tenía la Asociación de Diseñadores de la Comunidad Valenciana (ADCV), entidad que desde 1985 se encargó de capitalizar y organizar toda actividad relativa al diseño valenciano. Y aunque en su última etapa la presencia de esta asociación en estos nuevos foros brilla por su ausencia, en colaboración con la revista digital Disseny CV han organizado en Las Naves la serie de debates Cuadrilátero Fórum como nueva fórmula de expresión y comunicación sobre temas relacionados con el diseño. Así, aunque sólo se han realizado de momento un par de estas conversaciones (la tercera tendrá lugar [el] 4 de noviembre y tratará sobre el futuro de la economía creativa en la Comunitat Valenciana), el formato ha conseguido abrir conversaciones entre diferentes sectores sobre temas de actualidad vinculados al diseño.

»Estos pequeños debates a modo de coloquio están consiguiendo enfocar hacia asuntos que interesan a una profesión que aún se está definiendo dentro de una sociedad muy cambiante, y por exigencia del propio gremio más como conversaciones que como infructíferas conferencias. Surgen así nuevos foros para el diseño, en un momento en el que confluyen una serie de hitos culturales, tecnológicos, económicos y sociales que han dado la vuelta a aspectos de la profesión del diseñador. Y aunque históricamente en la Comunitat Valenciana la función del asociacionismo pasaba por canalizar las conversaciones en torno a su estado o a estos cambios, hoy en día son más las actividades organizadas desde fuera de la ADCV que desde dentro. Aunque su presencia ha sido crucial para el desarrollo del diseño valenciano, y la implicación e inercia que tuvo dejó plantadas las semillas de los dos grandes eventos del sector: La Valencia Disseny Week y el Congreso Internacional de Tipografía de Valencia.

»Son interesantes estos eventos por su carácter cultural y de festival de contenidos, ya que son los certámenes en los que los profesionales podemos aprovechar para hacer una mirada introspectiva. En territorio nacional, desde el MAD (Madrid) al Blanc (Barcelona), pasando por el Tenerife Design Festival o el itinerante Festival de los Premios Gràffica, este tipo de festivales se centran en Catalunya, con una arrolladora trayectoria de décadas de profesión consolidada (su asociación Foment de les Arts i del Disseny data de 1903 y la fundación Barcelona Centre de Disseny de 1973). Desde allí, y ya con un Museu del Disseny, veíamos con cierta envídia realizarse cada año eventos como la Primavera del Disseny, la Barcelona Design Week, el Barcelona Design Festival, FADfest, el OFFF, el ya mencionado Blanc o las colonias de verano Escola Muuu, con gobiernos autonómico y local apoyando estas iniciativas y con instituciones privadas pioneras en la promoción y el desarrollo del diseño en España. En la Comunitat Valenciana, siempre con un ojo en lo que hacían nuestros vecinos, no supimos sin embargo apostar tanto por estas actividades, tal vez porque somos así y no nos lo creímos del todo, aunque el caldo de cultivo de creativos valencianos ha sido siempre excepcional.

»Necesitamos conocernos para entender lo que hacemos, para dignificar una profesión que no trata de hacer bonitas las cosas ni va de artistas y mecenas. Necesitamos más congresos, aunque a petit comité, aunque los llamemos de otra forma, mesas redondas, foros de debate, quedadas, terapias, tertulias, más coloquios de los que montan Disseny CV o los nuevos Aplec, más Pixel Attack, más Cuadrilátero Fórums y más rogles de València Vibrant.»






«La mirada jaguar (Interpelación y desobediencia)»



Andrés Isaac Santana
Culturamas




«Existe una extraña coincidencia entre la obra, su nombre y la piel del jaguar. Coincidencia, quizás antojada, que resulta escalofriante o cuanto menos un tanto inquietante. A veces el azar tiene mucho que ver en el contexto de nuestras vidas y, sobre todo, en sus prefiguraciones metafóricas, en su acento de tango y también de bolero. Lo que hace que nadie se halle exento del peligro y la amenaza de sus emboscadas y de sus malabares. Sin saberlo, claro está, su nombre ya anunciaba lo que supondría un trayecto por los mundos de la iconografía y su uso desobediente, irreverente, orgiástico. Su nombre, insisto, fue el anuncio primero de esa irreverencia (mal)educada, de ese canibalismo predatorio, de esa postura reaccionaria ante la posibilidad de una sola —y única— lectura del signo.

»Nahuel Tupac Losada, es su nombre. Un nombre (Nahuel) que señala su origen en la tribu de los mapuches o también denominados “araucanos” por los españoles en los tiempos falocéntricos y expansivos de la conquista. Y significa, según algunas traducciones, “jaguar”. Adviértase, de antemano, el amplio ramillete de implicaciones semiológicas que este vocablo soporta. El jaguar es símbolo de travestismo, de ocultación, de mímesis, de “camuflaje”, de astucia. El jaguar es ese gran felino que observa con sigilo, que se oculta entre la maleza haciendo alarde de paciencia para asestar el ataque mortal. Un felino, dentro de los de su tipo, que realiza un ataque limpio, quirúrgico, desafiante siempre. Lo mismo que realiza este artista respecto del mundo visual que le rodea, de su capital iconográfico. Un mundo que el advierte —cual felino al cabo— como presa, como alimento, como desafío constante.

»Según los expertos en estas materias, la presencia de jaguares en un área determinada es un indicador de la salud del ecosistema, porque quiere decir que las poblaciones de sus presas -chanchos de monte, antas, venados, tatús- están bien; es decir que se mantiene y conserva el equilibrio. Lo que supone otra complicidad y un guiño, si se quiere sofisticado, dentro de esa sintomática relación que advertíamos al inicio. En efecto, la salud del ecosistema-visual debe mucho a ese ejercicio desestabilizador e interpelante que emprenden este tipo de artistas. Desobedecer y restituir el valor del icono en el ámbito de otras relaciones de sentido es, antes que nada, un modo de preservar su propio valor y rentabilidad; al tiempo que revela la convalecencia del discurso cultural contemporáneo en lo tocante a la gestión de la originalidad en tanto que valor agotado. La obra de Nahuel resulta un testimonio de la crisis del modelo moderno y certifica la defunción de esos ideales de vanguardia abducidos por la tiranía narcisista de la obra original y única. De ahí, en parte, que se declare (sin decirlo apenas) en un defensor de las estrategias discursivas de acento posmoderno y de la operatoria caníbal tan propia dentro de ese nuevo dominio.

»No por gusto, y en el espacio tan promiscuo de Facebook, el joven crítico cubano Rubens Riol, comentaba que “definitivamente, el repertorio de obras de Nahuel es palimpséstico y de una altísima densidad cultural. Las referencias viven allí con la fuerza y la promiscuidad de una orgía. Nahuel simpatiza con todas las estrategias discursivas del arte posmoderno. Ama el reciclaje, el pastiche, la cita, el homenaje, la parodia, la ambigüedad, el juego. Apuesta además por un camino muy personal, susceptible de marcas y síntomas que desnudan su subjetividad”. A lo que yo añadiría su rabiosa capacidad relacional y aleatoria para hacer convivir en un mismo epicentro un ejército multitudinario de iconos que, al mezclarse en esa superposición delirante, advierten de una clara saturación de su horizonte hermenéutico.

»Sin duda, Nahuel deviene en un avisado exégeta de su tiempo. Puede incluso que a un nivel del que él mismo no sea consciente. Su propuesta no supone solo, o no únicamente como podría pensarse, un acto de “apropiación” y “usurpación” del legado anterior; sino, y más importante que ello, entraña un claro gesto de “interpretación”. En la medida en que sus retablos, incómodos muchas veces, desvelan la silueta de un modelo cultural atravesado por el principio de la saturación y los recursos paliativos del reciclaje. Ellos se convierten —entonces— en una especie de resguardo, de certificado, de prueba testifical de su tiempo. La contemporaneidad ha desarrollado los síntomas de una metástasis irreversible en la que el original, la copia de éste y la puesta en escena de ambos, hacen reverberar cualquier noción de autoridad poniendo a prueba la configuración de su preciso repertorio de motivos y estilemas. Nahuel es consciente de esto por lo que se anticipa a la idea misma de que muchos consideren su producción como una aportación de obras concretas, según su sentido tradicional, para validarla, en su defecto, como narrativa ficcional de un estado, de un momento, de un sistema de cosas.

»Pero volvamos una última vez al nombre, dado que sigo advirtiendo relaciones de sentido que se expresan en el cuerpo de su discurso de un modo sorprendente. Se dice que las personas regidas por este nombre suelen ser observadoras y muy perspicaces. De tal suerte, se expresan como hombres con fuertes contradicciones, pues son independientes, activos, autoritarios, oportunistas y extrovertidos; mientras que por otra parte se muestran trabajadores, tenaces, estables, dependientes e introvertidos, por lo que sus vidas será un continuo alternar de dichas tendencias. Y lo cierto es que entre esta interpretación del significado del nombre y la obra en sí, se abre un mar de coincidencias infinitas. De esa interpretación, reitero, resulta una elocuente singularidad: no se trata tanto de establecer un paralelo entre unos significados y otros; sino de señalar esos vértices en los que ellos se revelan en el contexto de una relación de concomitancia. El trabajo de Nahuel sustantiva la aprehensión de ciertos influjos convenientes que dejan ver un sentido más estratégico que exactamente mimético. Lo que corrobora la abstracción de su pensamiento y el gusto por la re-lectura y la re-semantización de toda imagen. En otro orden, esas fuertes contradicciones que se anuncian para las personalidades que viven bajo ese nombre, quedan refrendadas en la obra misma. Toda vez que esta es como un relato de amor y odio; de sujeción y de emancipación. No me asiste la menor duda al afirmar que en el acto de creación de estos retablos, de inobjetable perspectiva camp, Nahuel halla una profunda liberación de su ser: su yo más visceral e íntimo disfruta hasta la embriaguez con ese juego de asociaciones irreverentes que alimentan y ensalzan su espíritu contestatario. Cada pieza es, al cabo, un acto de confesión, de liberación, de afirmación.

»De este modo, creo, queda relativizado ese axioma posmoderno que decreta una distancia entre obra y sujeto, contrario al ideal moderno que enalteció la relación arte y vida. La rapidez y la espontaneidad, lo mismo que la paciencia y la tenacidad a pruebas, con la que el artista interviene en los repertorios visuales liberando su instinto subversivo, se explica en el modo cómo vacía los sentidos originales en el empeño de asignar otras interpretaciones (y relaciones), pulsando su vértigo hacia la ironía y la contestación. Y lo hace con la gracia y la desfachatez de un polemista diplomático. Queda así suficientemente claro que el relativo irrespeto acerca del valor de la tradición no es tal. Muy por el contrario se descubre la prevalencia paralelamente del sarcasmo y la ironía junto a la admiración y el culto, quizás tardío. Un modo elocuente de restitución del valor; también de rentabilidad y de eficacia de los mismos.

»Lo que me interesa señalar, por tanto, más que el conflicto en torno a la idoneidad o no de esta estrategia y de su presunto rebajamiento del aura, es la observación acerca de la polivalencia del icono y sus múltiples dimensiones semánticas. Esta operatoria de rebote, de reciclaje y re-admisión, es harto interesante porque en la medida que la fuente más se distancia y se manipula, el sentido de la intervención cultural se reserva, al menos en principio, más propensión a la libertad y a la transgresión. El uso y abuso de tales fuentes abastece un oasis de reformulaciones sistemáticas y estimula la fundación de nuevos (y a ratos opuestos) significados.

»Al respecto, poco importa intentar advertir —según accidentes y pautas— el recorrido iconográfico que se despliega en su propuesta, pero sí satisface pensar en el orden de abstracción que reclama su infundada cartografía. Este nuevo mapa se revela insinuante, prolijo, girado hacia la saturación de sentidos, propenso a un carácter narrativo. Dado, en definitiva, a la especulación sin límites, al delirio de la yuxtaposición y el corte, al juego de la cópula y de la erótica de las aproximaciones. Nahuel gestiona pasajes escriturales, pulsando así la dimensión, podríamos decir cinematográfica, de su propuesta. De repente, la resultante es una suerte de guión que sirve de base al relato de una historia que está por contar: la historia que podrá escribirse cuando decaían las hegemonías y los vectores de “lo horizontal” se impongan como variante dialéctica a ese mundo articulado —en exclusiva— sobre la arquitectura del muro y las atalayas de la diferencia.

»Es quizás por ello que la estrategia de Nahuel se me antoja deliciosa, por el modo cómo estigmatiza ciertas retóricas dominantes y cede terreno a otros modelos de convivencia del signo mucho más nobles, al menos en apariencia. De ahí que esa interrogación tozuda de la memoria cultural, que inserta en su raíz las nociones de emblema, representatividad, selección y modelo, revelan su aireada apatía respecto de toda autoridad o sentido trascendente (e inmaculado) de la imagen en su horizonte de realización. Ese espacio textual de la autoridad, reactivo en mucho a las directrices de lo travesti y de lo barroco, recibe la visita de la apropiación y la parodia como paliativos terapéuticos a su desenvolvimiento excluyente. Puede que justo por esto, sus intervenciones y relecturas estimulan la desobediencia en lugar de rendirse frente a la pasividad del émulo. El arrebato y la locura son tanto o más excitantes que la erección en el cuerpo del otro. La erección es evanescente, es fútil intento de afirmación y de permanencia; la locura es eterna: es un estado del alma, es la dosis mortal del espíritu libre.

»Los términos 'apropiación' e 'ironía' poco sentido tienen si su alcance se reduce a una embestida de tintes miméticos, si su uso e interpretación se consagran solo en la cita menor e ingenua. La determinación de ese alcance, su real perspectiva de erosión, dependen, siempre, de la irreverencia que supone la maniobra desestabilizadora y de re-ajuste del significado manifiesto, ese que nos viene dado por herencia. Es entonces que Nahuel, sin vacilar en este preciso caso, delata un gusto por el apócrifo, el falseamiento y la sintomática manipulación de las fuentes, anunciado así otros posibles asideros de valor. Cuando al deambular por muy otras calles de la apropiación y el ensayo cimarrón, entiende que la imagen se convierte en escenario de nuevas admisiones y dispensaciones de sentidos.

»Hace relativamente poco tuve la suerte de pasar casi cinco horas visionando el trabajo de este artista hispano-argentino, residente en Madrid. Y, luego de tal ejercicio de escrutinio y de privilegio (también de espionaje), no puedo más que reconocer su audacia y su descaro. El trabajo de Nahuel es una suerte de “palimpsesto obsesivo” que recupera para sí todo tipo de referencia visual en un cruce bastante antojadizo, irreverente y hasta obsceno en el campo de una nueva escenificación simbólica con profundas implicaciones semióticas y culturológicas. Se trata de una gran orgía iconográfica cuya motivación fundamental no respalda esa vertiente del canibalismo posmoderno tan al uso; sino que por el contrario despliega una adoración-reverencia por ese mismo legado visual frente al que este se coloca y ejerce su derecho a la replicación, a la usurpación y a la atribución de nuevos sentidos, sean estos narrativos, simbólicos o culturales. La propuesta de Nahuel sustantiva ese principio lúdico (y no por ello menos congruente a nivel conceptual), desde el que el icono entra a formar parte de una narrativa altisonante que no respeta las nociones básicas de convivencia. Muy distinto de ello, ensaya una gramática composicional fuera de toda regla y orden previsible y deseado, para fundar una especie de nueva escritura que linda entre la realidad y la ficción. La escenificación de toda esta parafernalia visual despliega una bipolaridad manifiesta en el trato directo con su objeto de “usurpación” y de “penetración”. De tal suerte propicia la regencia, en el epicentro mismo de su ciframiento hermético, de la ambigüedad y la ambivalencia como estrategias reactivas frente un rancio modelo de razón instrumental, tan absurdo como agotado en sí mismo.

»Refiriéndose a su trabajo, al interés principal que lo motiva y al núcleo (estructural, conceptual y narrativo) desde el que se articula como propuesta discursiva, el artista señala “...de eso quiero hablar: de HOY. De un hoy que refrenda -en su lógica manoseada y narcisista- la fuerza y el valor del pasado. Un espacio específico sin el cual mi trabajo extraviaría mucho de su sentido. “Hoy”, esa ansiedad por el tiempo presente, es el opio de la cultura, se traduce en su vicio y en su adicción juvenil. “Hoy” es la promesa nihilista, de la apoteosis antes de la obliteración de mañana. Lo que hoy es relevante, mañana dejará de serlo, indefectiblemente. Sin remedio, sin significado, sin autoridad. De manera que si hoy me preguntan ¿qué es el NiNi Arte? esta es mi respuesta: NiNi Arte es un cierto 'quién', 'cómo' y 'cuándo'. La visualización de un cosmos tan verosímil como fantástico en un momento indiscutible: el ahora de un artista. Un artista acorralado en el umbral de la realidad y de la fantasía; lo que ocurrió y lo que ojala hubiera acontecido, y que tal vez pueda pasar (aún). NiNi Arte es, por tanto, una ilusión, un sortilegio, una alquimia, un reducto utópico, una complacencia estética (también política) que mira hacia un lugar: el ahora; la vida. Mira hacia mí mismo y mis circunstancias. Pero es, por encima de todo, la manifestación de un deseo, su confesión y búsqueda”.

»E insiste el arista en que “los trabajos que aquí presento son fruto de mi relación obsesiva con la cultura pop, la noción aceptada y expandida de canon artístico, el flujo constante de información de actualidad, y mi necesidad de concederles una forma semiológica propia, al menos una forma que yo entiendo ajena al razonamiento común. Trabajo con imágenes encontradas en internet, fotografías propias, y las herramientas de postproducción a mi alcance, que me permiten la fundación y especulación de realidades paralelas: especie de simulacros orquestados sobre la arquitectura de la ilusión. Celebrando de este modo esa sensibilidad posmoderna, tan gustosa de los re-ajustes de sentido y la perversa manera de re-leer, disentir, desautorizar y recuperar. Llamo a mis trabajos NiNi Arte en homenaje a la generación de jóvenes españoles injustamente definidos por el sintomático neologismo 'Generación NiNi' (Ni estudian, Ni trabajan). Mis NiNis son, a su manera, crudos e indómitos, fruto del capricho; también beben del conocimiento adquirido y disfrutan de ser concebidos con herramientas tecnológicas avanzadas y democráticamente disponibles. Mi intención es establecer una complicidad entre obra, espectador y yo mismo que conduzca al placer estético, la conversación semiológica y el diálogo enfático, en el sentido de interpelación, de provocación y roce”.

»Llagado hasta aquí, una vez que ya hemos precisado, o insinuado lo suficiente, que suscribir el modelo mimético o bulímico de la estupidez, implica morir frente al dominio de los otros y aceptar nuestra condición de iguales, por tanto, y como respuesta a ese sórdido deseo que nos homologa y nos retiene en el aprendizaje convaleciente, no queda otra que asentir la mirada jaguar. Mirar desde la sospecha, desde la ironía; también, claro, desde el amor y desde la locura.»






noviembre 06, 2015

Specific Rules #4 for Title (required) for the Volume for Individual Volumes With a Separate Title and Separate Authors/Editors Vancouver Style: Titles ending in punctuation other than a period



Most titles end in a period. When a translation of a book title is provided, place it in square brackets after the original language or romanized title. End with the period outside the closing bracket.

Base molecular de la expresion del mensaje genetico [Molecular basis of gene expression].


If a translated title ends in another form of punctuation, keep that punctuation. Place it in the square brackets and end title information with a period.

La eutanasia: es buena muerte? [Euthanasia: is it a good death?].



Según:

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«Welcome to European Utility Week. Harnessing the power of the smart community to drive change»



Paddy Young, Show Director
European Utility Week




«The smart energy industry has tremendous potential to change the way we see energy systems of the future. Harnessing potential from key industry players and coupling innovative solutions with the needs of the market in order to achieve a more sustainable and clean energy solution, will surely forge a brighter future for all.

»Prioritizing clean energy and energy efficiency will need to go hand in hand with revolutionising the grid and embracing innovation from new entrants to the market.

»Technological progress is certainly helping to combat the aging infrastructure and although we are seeing many organisations and consumers alike, making energy efficiency a priority, there is a lot more we can achieve.

»The traditional utility business model needs to be adjusted to fit the more demanding consumer, and workable solutions to supply sustainable energy, need to be prioritized. The utility must continue to invest in innovation and master the challenges and opportunities of Big Data, IoT and novel storage solutions. There are a myriad of ways in which we revolutionise the industry but it seems that opening the doors to better communication and learning from tested advancements is key.

»European Utility Week will not promise you all the solutions to every query but it is certainly the perfect platform to entertain the discussion. On 3-5 November over 10,000 smart energy professionals from around the world convene for 3 days in Vienna to share insights on how the energy sector can move forward, what new innovations are needed to maintain the utility as the central hub in the sector and what is the role of the policy maker and new market entrant in establishing a cleaner future.

»With two programmes - the Strategic Conference Programme and the free to attend Hub Sessions on the exhibition floor - as well as a multitude of new exhibition features, the event is a dynamic environment for the smart energy community to come together and thrash out which strategies will be the most effective or most affordable in the future.

»We welcome you to join the discussion and help transform your industry for the best.»














noviembre 05, 2015

Specific Rules #3 for Title (required) for the Volume for Individual Volumes With a Separate Title and Separate Authors/Editors Vancouver Style: Titles in more than one language



If a book title is written in several languages:

Give the title in the first language found on the title page.

List all languages of publication after the pagination (or Physical Description, if provided).

Separate the languages by commas.

End the list of languages with a period.


If a book is published with equal text in two or more languages, as often occurs in Canadian publications:

Give all titles in the order they are given in the text.

Place an equals sign with a space on either side between each title.

List all languages, separated by commas, after the pagination (or Physical Description, if provided).

End the list of languages with a period.



Según:

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«UNILAES: Presentación de la revista Rhetor»



«La presentación de la revista Rhetor en el campus Colima [UNILAES], por parte de: Lic. Carlos Maldonado Villaverde y la Licda. Norma Gutiérrez Flores.»






«Reacción 2015 reclama mayor protagonismo para las artes vivas»



La Provincia - Diario de Las Palmas




«El encuentro multidisciplinar se desarrolla entre el jueves y el sábado, bajo la dirección de Gregorio Viera, Raquel Ponce y Pedro Déniz, en Gran Canaria Espacio Digital.

»Reacción 2015, que acoge Gran Canaria Espacio Digital, regresa en su segunda edición como punto de encuentro multidisciplinar entre las artes vivas y el vídeo y con la intención de revitalizar la producción artística y creativa de la Isla, ya que según señalan los promotores de este evento, ésta se encuentra sumida en una suerte de letargo. El evento, que se desarrolla entre el jueves 5 y el sábado 7 de noviembre, se propone "REencontrar y REcuperar" a través de la difusión de contenidos actuales en torno a las artes vivas en Canarias, concretamente desde aquellas creaciones que buscan e indagan en una simbiosis con la herramienta de vídeo.

»Las artes vivas es un término que reúne una serie de prácticas artísticas como el performance, el teatro, la danza, las artes visuales, el activismo, las tecnologías digitales y multimedia. Para revitalizar este sector, Reacción 2015 cuenta con un programa de tres días, que arranca mañana jueves a las 20 horas, con una masterclass impartida por Cris Blanco, intérprete y creadora de piezas escénicas. El coreógrafo, bailarín y agitador cultural, Carmelo Fernández y la directora escénica, bailarina y actriz, Raquel Ponce, completan la nómina de invitados y ponentes. Además, se proyectará Piedras in the city del director grancanario Coré Ruiz y Perroverde selector, de Gregorio Viera.

»Raquel Ponce, Pedro Déniz y Gregorio Viera dirigen Reacción. Estos destacaron, en la presentación que tuvo lugar esta mañana en el Espacio Digital, el juego de palabras entre rec y acción, en su intención de potenciar las artes vivas con especial énfasis en la video creación. "Reacción nació el año pasado con el objetivo de intercambiar conocimientos y para influir en el ámbito cultural de Canarias, porque creemos que faltan más espacios para las artes vivas y escénicas", explicó Pedro Déniz, codirector de Reacción 2015.

»Las distintas propuestas del programa tienen entrada libre hasta completar el aforo.»






noviembre 04, 2015

Specific Rules #2 for Title (required) for the Volume for Individual Volumes With a Separate Title and Separate Authors/Editors Vancouver Style: Titles not in English



Provide the title in the original language for non-English titles in the roman alphabet (primarily European languages, such as French, German, Spanish, Italian, Swedish, etc.).

Base molecular de la expresion del mensaje genetico.


Romanize (write in the roman alphabet) titles in Cyrillic, Greek, Arabic, Hebrew, or Korean. A good authority for romanization is the ALA-LC Romanization Tables.

Diagnostika i kompleksnoe lechenie osnovnykh gastroenterologicheskikh zabolevanii: klinicheskie ocherki.


Romanize or translate titles in character-based languages (Chinese, Japanese). Place translated titles in square brackets.

Anrakushi to keiho.

or:

[Euthanasia and criminal law].


Ignore diacritics, accents, and special characters in titles. This rule ignores some conventions used in non-English languages to simplify rules for English-language publications.

– Treat letters marked with diacritics or accents as if they are not marked:

Å treated as A

Ø treated as O

Ç treated as C

Ł treated as L

à treated as a

ĝ treated as g

ñ treated as n

ü treated as u


– Treat two or more letters printed as a unit (ligated letters) as if they are two letters:

æ treated as ae

œ treated as oe


Capitalize only the first word of the title, proper nouns, proper adjectives, acronyms, and initialisms unless the conventions of a particular language require other capitalization.

Pflegekompendium: Wirkstoffe, Materialien, Techniken.


Provide an English translation after the original language title when possible; place translations in square brackets

Base molecular de la expresion del mensaje genetico [Molecular basis of gene expression].

Pflegekompendium: Wirkstoffe, Materialien, Techniken [Care compendium: principles, materials, techniques].

Diagnostika i kompleksnoe lechenie osnovnykh gastroenterologicheskikh zabolevanii: klinicheskie ocherki [Diagnosis and complex treatment of basic gastrointestinal diseases: clinical studies].

Anrakushi to keiho [Euthanasia and criminal law].



Según:

Citing Medicine: The NLM Style Guide for Authors, Editors, and Publishers [Internet]. 2nd edition. Chapter 2: Books


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«Premisas para la enseñanza de la lengua: Previo. Sobre el profesor (maestro, docente, enseñante, pedagogo). Sobre el alumno (discente, estudiante, matriculado, aprendiz, aprendiente)»



Manuel Martí Sánchez
«Premisas para la enseñanza de la lengua»
Universidad de Alcalá | Departamento de Filología, Comunicación y Documentación |
Grupo de investigación Lengua y lingüística. Innovación docente | Alcalá | ESPAÑA




«Tras muchos años de experiencia enseñando español como lengua materna y extranjera, hemos ido desarrollando una reflexión a través de unos aforismos que hemos llamado premisas. Hasta ahora solo se han difundido en algunos cursos y en la página web http://www2.uah.es/innovaciondocentelenguaylinguistica/ de nuestro grupo de investigación.



»PREVIO

»1. Toda afirmación puede matizarse, corregirse, si no, negarse. Cuanto más general sea esta; más matizable, corregible o refutable será. Lo que acaba de declararse es aplicable a todas las premisas que a continuación se exponen, muchas de las cuales funcionan como limitación de otra anterior.

»2. Estas premisas son un conjunto de ideas generales sobre la didáctica de la lengua, esperamos que no triviales. organizadas en torno a sus factores: participantes (profesor y alumno), actividad (didáctica) y materia (lengua).

»3. Como ideas generales, poseen un carácter abstracto. No sirven, pues, para resolver los problemas cotidianos del aula real, que requieren siempre partir de los casos concretos. Sin embargo, pueden ayudar a entenderlos y a buscarles solución.

»4. Estas premisas son piezas de una teoría sobre la didáctica de la lengua que se enriquecerá con un mayor análisis, que aumente las distinciones, y con una mayor síntesis, que dé unidad a estas.

»5. Estas premisas solo tienen sentido en relación con la vida. Fuera de ella, son solo una serie más de pensamientos que no hablan de nada.



»SOBRE EL PROFESOR (MAESTRO, DOCENTE, ENSEÑANTE, PEDAGOGO)

»6. Pensar en los mejores y en los peores profesores que se han tenido. Pensar en/a quién querríamos parecernos y en/a quién, no.

»7. Para enseñar son necesarias ciertas cualidades personales: unas más interiores que tienen que ver con la madurez (simpatía, comprensión, autodominio, capacidad de aguardar la recompensa o sabiduría) y otras más externas que se relacionan con los hábitos y son manifestación de las primeras (silencio, orden, cooperación...).

»8. Unas y otras son el resultado de la naturaleza personal y del propio trabajo de perfeccionamiento ligado a la capacidad de aprender.

»9. El profesor tiene como misión esencial crear las condiciones externas necesarias y suficientes para que se produzca el proceso de adquisición/ aprendizaje del que es responsable.

»10. Signo de todo buen profesor es saber y amar el saber; así como saber transmitir ambos.

»11. Signo de todo buen profesor es amar su profesión y a sus alumnos.

»12. Signo de todo buen profesor es el inconformismo: en primer lugar, consigo mismo (con su desempeño profesional, con sus conocimientos y con sus soluciones ante los problemas concretos) y, en segundo lugar, con sus alumnos.

»13. Este inconformismo advierte de que todo buen profesor genera cierta conflictividad en un entorno social, que tiende a la inercia.



»SOBRE EL ALUMNO (DISCENTE, ESTUDIANTE, MATRICULADO, APRENDIZ, APRENDIENTE)

»14. La didáctica siempre debe contar con el alumno real y concreto, al que hay que conocer.

»15. Primero, la Psicología; después, la Didáctica y, entre medias, el trabajo de formación con el alumnos para crear las condiciones imprescindibles que hagan posible el proceso de adquisición/ aprendizaje.

»16. La clave explicativa de la actitud y acciones del alumno se encuentra en ese mundo personal que se constituye por medio de un lenguaje interior. Como en cualquier otra persona, es desde este mundo desde el que percibe los hechos y, de acuerdo con ello, actúa.

»17. Un maestro tendrá que conocer el mundo del niño; un profesor de Secundaria, el de los adolescentes. Ambos deben recordar que el conocimiento de los demás empieza con el de uno mismo. En el caso del profesor, la memoria será imprescindible.

»18. La realidad del alumno presenta una triple dimensión: universal, social e individual. Las tres se reparten los factores que conforman la personalidad del alumno y su maduración. Con esto queremos decir que en todo niño o adolescente hay algo de los niños y adolescentes de siempre, de los de su época y sociedad, y los rasgos específicos que lo distinguen como individuo.

»19. En esa realidad mental, interna, incide el entorno social (opinión pública, adultos, familia, amigos). De este modo, en lo que hay dentro de uno median los demás.

»20. La realidad mental de la que está hablándose se halla dominada por un conjunto de deseos, entre los que están: a) el deseo de ser amado/ amar, sentirse especial y sentirse seguro; y b) la necesidad de que tengan un sentido su vida y lo que la rodea.

»21. Esta última necesidad puede verse como deseo de saber descubriendo la unidad profunda que existe entre las cosas.

»22. Los mencionados deseos se combinan con dos grandes fuerzas de signo contrario, simultáneas y cíclicas en cada vida: a) el afán de mejorar su presente, lo que conduce a la persona a la lucha, al esfuerzo y la superación, al riesgo (“Hermoso es el peligro”, dice Platón) también al aprendizaje; y b) el deseo de paz que lleva a evitar los problemas y la lucha, y a replegarse.

»23. El dominio de una u otra en cada persona depende de factores biográficos y culturales.

»24. Tales motivaciones de signo contradictorio guardan relación con la teoría de Freud, quien habló de eros y tánatos (muerte) como las fuerzas opuestas que rigen la conducta humana.

»25. Las mencionadas fuerzas contradictorias reflejan la lucha en todo adolescente entre el deseo de ser él mismo satisfaciendo sus deseos y el deseo de integrarse en el grupo.

»26. Ocupa un lugar importante en la etapa de desarrollo humano, el deseo mimético del que habla el pensador franco-canadiense R. Girard. El deseo mimético es el deseo de tener lo que se ve en el otro. Cuando tal percepción no existe, el deseo mimético no surge. Este deseo mimético se manifiesta en la envidia y en la rivalidad, en las fantasías y en los gustos literarios y cinematográficos. A través de unas y otras se proyecta la persona.

»27. Como ningún defecto es solo defecto, ni ninguna virtud es solo virtud; el deseo mimético proporciona una fuerza fundamental positiva para el aprendizaje cuando se convierte en emulación (en un sentido positivo, el ‘deseo intenso de imitar e incluso superar las acciones ajenas’). Por el contrario, se convierte en destructivo cuando deviene en envidia y parálisis narcisista.

»28. La maduración puede verse como una educación de los deseos y, por tanto, como una liberación de las ataduras que estos comportan. En consecuencia, una de las misiones de la educación es favorecer dicho proceso.

»29. La educación de los deseos consiste en limitar los deseos primarios e irracionales con el conocimiento de la realidad y los principios morales. Ambos conforman el mundo de la voluntad constituido por los deseos dominados por la inteligencia.

»30. Esto es posible con la aparición de la conciencia. Puesto que ella todo se percibe dentro del tiempo, con la conciencia se está en disposición de descubrir la lección fundamental de que lo vivido en el presente no desaparece con su momento sino que vuelve en el futuro según la ley básica de que a tales hechos, tales consecuencias.

»31. Así, la conciencia, tan íntimamente unida a la memoria, libera del mundo instintivo ya que, por medio de ella puede demorarse la satisfacción de los deseos mediante un mundo interior que, además de advertirte de los efectos de nuestros actos, proporciona otras recompensas.

»32. Puesto que la educación nunca concluye, la conciencia prepara para hacer frente a la fuerza de signo contrario que ejerce en cada momento el deseo inmediato. Cuando tal deseo triunfa se produce ese fenómeno por el que uno hace lo que no debe. Se le conoce como akrasia.

»33. Se sucumbe al momento por la seducción (eros) de lo que se ofrece ante los ojos o por la amortiguación de la ansiedad (tánatos) que genera toda lucha.

»34. Gran parte del encanto de una persona (espontaneidad. alegría, inocencia, confianza, amistad) reside en lo que conserva de niño. ¿No acaba la conciencia con este encanto?

»35. Como sucede con todas las maduraciones incompletas y patológicas, la conciencia mata ese encanto cuando no se enriquece con los principios morales y su presencia solo supone cálculo y malicia.

»36. Cuando esto sucede, lo único que hace la conciencia es poner la inteligencia adulta al servicio del egocentrismo infantil.

»37. Si la conciencia tiene una base moral, aparecen los atractivos propiamente adultos: libertad e integridad basadas en criterios y principios.

»38. Toda persona quiere ser más y, en consecuencia, conocer más. Existe en la mente humana una ansiedad por la información, como muestra que tal afán sea un mecanismo para buscar y almacenar información.

»39. Corrobora este hecho la capacidad innata de la persona para aprender, que en los niños y adolescentes es especialmente poderosa. Esta capacidad encuentra en él un impulso en su afán de descubrir de conocer.

»40. Ante el ejemplo del bosque, “que practica la pedagogía de la alusión, única pedagogía delicada y profunda”, Ortega y Gasset afirmó: “quien quiera enseñarnos una verdad, que no nos la diga: simplemente que aluda a ella con un breve gesto”.

»41. Al mismo tiempo, toda persona no está dispuesta a realizar ningún esfuerzo si percibe que el coste es mayor que la recompensa. Por tanto y puesto que aprender supone un esfuerzo, solo se aprende aquello que se cree que merece la pena o/y cuesta poco.

»42. El estudio es una actividad naturalmente costosa para el niño y el adolescente.

»43. Aumentan el coste de cualquier esfuerzo los diversos miedos, como la falta de confianza en que va a conseguirse la recompensa, o estar ya satisfecho.

»44. Este hecho reafirma la importancia de hacer que el alumno se sienta especial, llamado a hacer grandes cosas. También, del riesgo en un niño o adolescente de sentir que lo tiene todo o de que lo puede conseguir en cuanto lo desee.

»45. La recompensa la mide cada persona de acuerdo con sus intereses y necesidades, los cuales varían en función de las circunstancias personales, familiares y sociales; de la edad...

»46. Esta tensión entre búsqueda de información y el coste de conseguirlo explica que siempre exista un punto, variable en cada caso, en el que se detiene esta búsqueda y la persona se conforma.

»47. La educación del alumno deberá formar en el inconformismo de superar este punto y dar un paso más. Es en este paso más, que siempre puede darse, donde cabe la posibilidad de hacer algo grande.

»48. El enriquecimiento intelectual propio de todo proceso de conocimiento contiene una parte espontánea (adquisición) y otra intencional (aprendizaje). En la primera, influyen la dotación genética y el entorno; en la segunda, además de estos dos factores, la voluntad del alumno y la labor didáctica. Sobre una y otra parte, inciden los afectos.

»49. Es imposible poder determinar en todo logro de la mente humana lo que es espontáneo y lo que se debe al trabajo de la voluntad, lo que consigue uno por sí mismo y lo que se debe al apoyo de los demás.

»50. Es un hecho que un estudiante puede aprender a pesar de un mal maestro o profesor. Incluso sin ellos. Complementariamente, es un hecho también que el encuentro con un buen maestro o profesor puede transformar a la persona.

»51. Un motivo de reflexión para cualquier docente es que el niño cuenta con unas posibilidades de aprendizaje que acaban perdiéndose si no se desarrollan.

»52. La maduración intelectual está limitada por el espacio existente entre la zona de desarrollo próximo (lo que el individuo puede adquirir por sí mismo) y la de desarrollo potencial (lo que el individuo puede adquirir y aprender con ayuda).

»53. A la Psicología le interesa sobre todo el desarrollo próximo; a la Didáctica, el desarrollo potencial, porque no puede ni debe enseñarse lo que no puede aprenderse.

»54. Al adulto lo que más le suele costar es empezar, mientras que al niño y al adolescente, perseverar. A unos y a otros, lo que resulta generalmente más arduo es concluir lo que iniciaron. Y más aún, rematarlo cerrando el trabajo.»






«Tilde en qué, cuál/es, quién/es, cómo, cuán, cuánto/a/os/as, cuándo, dónde y adónde»


De las preguntas más frecuentes planteadas por los
usuarios del servicio de consultas lingüísticas
de la Academia Española de la Lengua



«Las palabras “qué”, “cuál/es”, “quién/es”, “cómo”, “cuán”, “cuánto/a/os/as”, “cuándo”, “dónde” y “adónde” son tónicas y se escriben con tilde diacrítica cuando tienen sentido interrogativo o exclamativo. Estas palabras, por sí solas o precedidas de alguna preposición, introducen oraciones interrogativas o exclamativas directas:

»¿Qué ha dicho?

»¿De quién es esto?

»¡Con qué seriedad trabaja!

»¿Con cuál se queda usted?

»¡Cómo ha crecido este niño!

»¡Cuán bello es este paisaje!

»¿Cuántos han venido?

»¿Hasta cuándo os quedáis?

»¿Adónde quieres ir?


»También introducen oraciones interrogativas o exclamativas indirectas, integradas en otros enunciados:

»Ya verás qué bien lo pasamos.

»Le explicó cuáles eran sus razones.

»No sé quién va a venir.

»No te imaginas cómo ha cambiado todo.

»La nota indica cuándo tienen que volver.

»Voy a preguntar por dónde se va al castillo.


»Además, pueden funcionar como sustantivos:

»En este trabajo lo importante no es el qué, sino el cuánto.

»Ahora queda decidir el cómo y el cuándo de la intervención.


»Sin embargo, cuando estas mismas palabras funcionan como adverbios o pronombres relativos o, en el caso de algunas de ellas, también como conjunciones, son átonas (salvo el relativo cual, que es tónico cuando va precedido de artículo) y se escriben sin tilde:

»El jefe, que no sabía nada, no supo reaccionar.

»Esta es la razón por la cual no pienso participar.

»Ha visto a quien tú sabes.

»Cuando llegue ella, empezamos.

»¿Estás buscando un lugar donde dormir?

»No dijo que estuviese en paro.

»¡Que aproveche!


»Aunque los relativos, presenten o no antecedente expreso, son normalmente átonos y se escriben sin tilde, hay casos en que pueden pronunciarse tanto con acento prosódico como sin él. Esta doble posibilidad se da cuando los relativos introducen subordinadas relativas sin antecedente expreso, siempre que el antecedente implícito sea indefinido y tenga carácter inespecífico (una persona, alguien, algo, algún lugar, nadie, nada, etc.). Esto ocurre cuando la oración de relativo sin antecedente depende de verbos como haber, tener, buscar, encontrar, necesitar, etc., que admiten complementos indefinidos de carácter inespecífico. En estos casos es aceptable escribir el relativo tanto con tilde, reflejando la pronunciación tónica, como sin ella, representando la pronunciación átona:

»El problema es que no hay con qué/que alimentar a tanta gente.

»Ya ha encontrado quién/quien le quiera y no necesita nada más.

»Buscó dónde/donde sentarse, pero no había asientos libres.

»No tenía cómo/como defenderse de las acusaciones.»







«Juncker insiste en la necesidad de acelerar la transformación digital en Europa»



IT User




«Jean Claude Juncker, presidente de la Comisión Europea, ha participado junto a François Holland, presidente de Francia, y Ángela Merkel, canciller de Alemania, en la conferencia sobre economía digital que se celebra estos días en París bajo el eslogan “La aceleración de la transformación digital en nuestras economías” [Speeding up the digital transformation of our economies].

»Jean Claude Juncker ha destacado que nos encontramos en un momento en el que la transformación digital es clave para Europa. “Es importante” que la UE “se adentre en la era digital”. Este sector está compuesto, en la actualidad, por 2 millones de empresas. “33 millones de europeos” desarrollan su actividad profesional en esta industria.

»“El camino de Europa hacia una mejor calidad de vida y hacia el crecimiento se cimienta en los tablets y los teléfonos móviles” ha asegurado Jean Claude Juncker.

»No obstante, Jean Claude Juncker reconoció que para poder aprovechar las nuevas posibilidades de la economía digital “tenemos que superar la actual fragmentación de los 28 países e impulsar nuestros esfuerzos en términos de investigación y desarrollo”.

»Ése es “el objetivo del programa Horizonte 2020” el cual destina casi 80.000 millones de euros a fomentar la investigación y la innovación, y en los que se incluyen 16.000 millones de euros para los próximos dos años y 1.000 millones destinados a la modernización de la industria de fabricación.

»Juncker también aprovechó para anunciar que la Comisión Europea presentará “en breve” una iniciativa para crear una cloud científica abierta europea.»






noviembre 03, 2015

Specific Rules #1 for Title (required) for the Volume for Individual Volumes With a Separate Title and Separate Authors/Editors Vancouver Style: Titles containing a Greek letter, chemical formula, or another special character



Capitalize the first word of a book title unless the title begins with a Greek letter, chemical formula, or another special character that might lose its meaning if capitalized.

1,3-dichloro-5,5-dimethylhydantoin: health-based reassessment of administrative occupational exposure limits.

von Willebrand factor and the mechanisms of platelet function.


If a title contains a Greek letter or some other symbol that cannot be reproduced with the type fonts available, substitute the name for the symbol. For example, Ω becomes omega.

γ-linolenic acid: recent advances in biotechnology and clinical applications.

may become

Gamma-linolenic acid: recent advances in biotechnology and clinical applications.

Enantioselective synthesis of β-amino acids.

may become

Enantioselective synthesis of beta-amino acids.


If a title contains superscripts or subscripts that cannot be reproduced with the type fonts available, place the superscript or subscript in parentheses.

TiO2 nanoparticles.

may become

TiO(2) nanoparticles.



Según:

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«Investigadores de la UPV crean un programa que detecta perfiles falsos en redes sociales»



Levante - El Mercantil valenciano




«Una nueva herramienta informática analiza el lenguaje usado por los usuarios de las redes sociales aplicando técnicas de análisis lingüístico computacional y permite determinar la edad y sexo del autor y detectar perfiles falsos, amenazas de seguridad o posibles casos de pederastia.

»El programa ha sido desarrollado por investigadores de la Universitat Politècnica de Valencia (UPV) y la empresa Autoritas Consulting, y sus responsables defienden que también “es valiosa para que las empresas puedan conocer la dinámica y segmentación del mercado y enfocar así sus acciones de mercadotecnia”.

»Paolo Rosso, del Centro de Investigación Pattern Recognition and Human Language Technology de la UPV, afirma que la información sobre sexo y edad de los usuarios de las redes sociales “no siempre es accesible ni está explícita”. Por ello, la herramienta desarrollada por los investigadores permite descifrar esta información, aplicando para ello técnicas de análisis lingüístico por ordenador. Para inferir la información deseada, el programa analiza el lenguaje utilizado por los usuarios de las redes, aplicando para ello la teoría de grafos y diferentes algoritmos. Analiza tiempos verbales empleados, categorías gramaticales más repetidas, estructura del discurso, tipología de expresiones utilizadas y el peso de las emociones. A partir de estos datos, es posible saber si detrás de un texto anónimo se encuentra un hombre o una mujer, y si es adolescente, joven o adulto. “Tenemos un texto, de ahí extraemos las categorías gramaticales y construimos un grafo. Este se enriquece con las emociones expresadas, la polaridad de las palabras, los tipos de verbo y sustantivos”, explicó Paolo Rosso.

»La herramienta, en la que los investigadores trabajan desde 2013, ya ha sido utilizada en casos de investigación policial de amenazas de bomba. Para detectar un perfil falso se pueden aplicar unos indicadores que permiten inferir la edad del usuario.»






«Frutiger, maître de la typographie»



France Inter






«L’homme qui vient de s’éteindre en Suisse à 87 ans, était l’un des créateurs les plus lus au monde.

»Adrian Frutiger, pourtant, n’écrivait pas de livres, il ne composait pas de phrases… non ce maître de la typographie, a toute sa vie dessiné des lettres, il inventait des polices de caractère.

»Il y eut Univers, pour les machines à écrire IBM.

»Avenir, qui équipe presque tous les appareils Apple.

»Et puis, autre police sans serif, sans empattement, le Frutiger, écriture à laquelle il a donné son nom et qui est aujourd’hui l’une des plus répandue sur la planète… dans les gares, sur les panneaux indicateurs, les autoroutes, les affiches de pub...

»Frutiger avait créé ces caractères en 75, pour la signalétique de l’aéroport de Roissy, avec comme cahier des charges, d’imaginer l’écriture la plus lisible, le plus rapidement possible, du plus loin qu’on la voie, même par quelqu’un qui court dans l’aérogare.»






«Texto íntegro del discurso de Raúl Castro ante la Asamblea General de ONU»



La Jornada




«Estimados jefes y jefas de Estado y de Gobierno:

»Distinguidos Jefes y Jefas de Delegaciones:

»Señor Secretario General de las Naciones Unidas:

»Señor Presidente:

»Hace setenta años que, en nombre de los pueblos, los miembros de esta organización suscribimos la Carta de las Naciones Unidas. Nos comprometimos a preservar a las generaciones venideras del flagelo de la guerra y a edificar una nueva forma de relacionarnos bajo la guía de un conjunto de propósitos y principios, que debían augurar una época de paz, justicia y desarrollo para toda la humanidad.

»Sin embargo, a partir de entonces, han sido constantes las guerras de agresión, la intervención en los asuntos internos de los Estados, el derrocamiento por la fuerza de gobiernos soberanos, los denominados “golpes suaves” y la recolonización de territorios, que han sido perfeccionados con formas de actuar no convencionales, con el empleo de nuevas tecnologías y esgrimiendo supuestas violaciones de los derechos humanos.

»Es inaceptable la militarización del ciberespacio y el empleo encubierto e ilegal de las tecnologías de la información y las comunicaciones para agredir a otros Estados, como también lo es que se distorsione la promoción y protección de los derechos humanos, utilizándolos de forma selectiva y discriminatoria para validar e imponer decisiones políticas.

»A pesar de que la Carta nos llama a “reafirmar la fe en los derechos fundamentales del hombre, en la dignidad y el valor de la persona humana”, el disfrute de los derechos humanos continúa siendo una utopía para millones de personas.

»Se niega a la humanidad el derecho a vivir en paz y su derecho al desarrollo. Es en la pobreza y la desigualdad donde deben buscarse las causas de los conflictos, generados por el colonialismo y el despojo de las poblaciones autóctonas, primero, y más tarde por el imperialismo y el reparto de esferas de influencia.

»El compromiso asumido en 1945 de “promover el progreso social y elevar el nivel de vida” de los pueblos y su desarrollo económico y social, sigue siendo una quimera, cuando 795 millones de personas sufren hambre, 781 millones de adultos son analfabetos y 17 mil niños mueren cada día de enfermedades curables, mientras que los gastos militares anuales en todo el mundo ascienden a más de 1,7 millones de millones de dólares.

»Con sólo una fracción de ese monto podrían solucionarse los problemas más acuciantes que azotan a la humanidad.

»Incluso, en los países industrializados ya prácticamente desaparecieron las “sociedades de bienestar”, que se nos presentaban como el modelo a seguir. Los sistemas electorales y los partidos tradicionales, que dependen del dinero y la publicidad, son cada vez más ajenos y distantes de las aspiraciones de sus pueblos.

»El cambio climático pone en peligro la existencia de la especie humana, y los Estados deben asumir responsabilidades comunes pero diferenciadas, ante la inobjetable realidad de que no todos los países somos responsables por igual, ni despilfarramos los recursos naturales y humanos en un consumismo irracional e insostenible.

»Las consecuencias del cambio climático son especialmente devastadoras en los pequeños países insulares en desarrollo e imponen una tensión adicional a sus frágiles economías. Lo mismo sucede en África, con el incremento inexorable de la desertificación.

»Nos solidarizamos con nuestros hermanos caribeños y demandamos que se les dé un trato especial y diferenciado. Apoyamos a los países africanos y reclamamos para ellos un tratamiento justo, transferencia de tecnología y recursos financieros.


»Señor Presidente:

»Con la creación de la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (CELAC) y, particularmente, con la firma por los jefes de Estado y de Gobierno, en enero del 2014, de la Proclama de América Latina y el Caribe como Zona de Paz, ha quedado demostrado que, por encima de nuestras diferencias, podemos avanzar hacia la unidad y la consecución de objetivos comunes en el marco de nuestra diversidad.

»En la Proclama, reafirmamos el compromiso inquebrantable con los principios de la Carta de las Naciones Unidas y el Derecho Internacional y de resolver las diferencias de forma pacífica, así como la convicción de que el pleno respeto al derecho inalienable de todo Estado a elegir su sistema político, económico, social y cultural, constituye una condición esencial para asegurar la convivencia pacífica entre las naciones. Reclamamos que estos principios sirvan también de base a las relaciones de otros Estados con nuestra región.

»La República Bolivariana de Venezuela contará siempre con la solidaridad de Cuba frente a los intentos de desestabilizar y subvertir el ordenamiento constitucional, y destruir la obra iniciada por el compañero Hugo Chávez Frías y continuada por el presidente Nicolás Maduro Moros a favor del pueblo venezolano.

»De igual manera, va nuestra firme e irrestricta solidaridad a la República del Ecuador, a su Revolución Ciudadana y a su líder, Rafael Correa Delgado, que se ha convertido en el blanco del mismo guión de desestabilización aplicado contra otros gobiernos progresistas de la región.

»Nos solidarizamos con las naciones del Caribe que solicitan justas reparaciones por los horrores de la esclavitud y la trata de esclavos, sobre todo en un mundo en el que la discriminación racial y la represión de las comunidades afrodescendientes han ido en ascenso.

»Ratificamos nuestra convicción de que el pueblo de Puerto Rico merece ser libre e independiente, luego de más de una centuria sometido a la dominación colonial.

»Nos solidarizamos con la República Argentina en su legítimo reclamo de soberanía sobre las Islas Malvinas, Sandwich del Sur y Georgias del Sur.

»Reiteramos nuestro apoyo solidario a la Presidenta Dilma Rousseff y al pueblo de Brasil en la defensa de sus importantes logros sociales y de la estabilidad del país.

»Reafirmamos nuestro rechazo a la intención de extender la presencia de la OTAN hasta las fronteras de Rusia y a la imposición de sanciones unilaterales e injustas contra esa nación.

»Saludamos el denominado acuerdo nuclear con la República Islámica de Irán, que demuestra que el diálogo y la negociación son la única herramienta efectiva para solventar las diferencias entre los Estados.

»Renovamos nuestra confianza en que el pueblo sirio es capaz de resolver por sí mismo sus diferencias y demandamos que cese la injerencia externa.

»Una solución justa y duradera al conflicto del Medio Oriente exige, inexorablemente, el ejercicio real del derecho inalienable del pueblo palestino a construir su propio Estado dentro de las fronteras anteriores a 1967 y con su capital en Jerusalén oriental, lo que enérgicamente apoyamos.

»Durante las últimas semanas nos han impactado las imágenes de las oleadas migratorias hacia Europa, que constituyen una consecuencia directa de las acciones de desestabilización que la OTAN promovió y ejecuta en países del Medio Oriente y África del Norte, y del subdesarrollo y la pobreza imperante en países del continente africano. La Unión Europea debe asumir, de manera plena e inmediata, sus responsabilidades con la crisis humanitaria que ayudó a generar.


»Señor Presidente:

»Tras 56 años de heroica y abnegada resistencia del pueblo cubano, quedaron restablecidas las relaciones diplomáticas y las embajadas en las respectivas capitales.

»Ahora se inicia un largo y complejo proceso hacia la normalización de las relaciones que se alcanzará cuando se ponga fin al bloqueo económico, comercial y financiero contra Cuba; se devuelva a nuestro país el territorio ocupado ilegalmente por la Base Naval de Guantánamo; cesen las transmisiones radiales y televisivas y los programas de subversión y desestabilización contra Cuba, y se compense a nuestro pueblo por los daños humanos y económicos que aún sufre.

»Mientras persista, continuaremos presentando el proyecto de resolución titulado “Necesidad de poner fin al bloqueo económico, comercial y financiero impuesto por los Estados Unidos de América contra Cuba”.

»A los 188 gobiernos y pueblos que han apoyado aquí y en diversos foros internacionales y regionales nuestra justa demanda, les reitero el eterno agradecimiento del pueblo y el gobierno cubanos por su sostenido respaldo.


»Señor Presidente:

»Cuba celebra, con profundo compromiso, el 70 aniversario de la Organización de las Naciones Unidas. Reconocemos que en estos años se ha intentado, pero no se ha hecho lo suficiente, para proteger a las generaciones presentes y futuras del flagelo de la guerra y su derecho a un desarrollo sostenible, sin exclusión. La ONU ha de ser defendida del unilateralismo y profundamente reformada para democratizarla y acercarla a los pueblos.

»Como señalara en esta misma sala hace 15 años el compañero Fidel Castro Ruz, Líder Histórico de la Revolución cubana- y cito: “Cualquiera comprende que el objetivo fundamental de las Naciones Unidas, en el siglo apremiante que comienza, es el de salvar al mundo no solo de la guerra sino también del subdesarrollo, el hambre, las enfermedades, la pobreza y la destrucción de los medios naturales indispensables para la existencia humana, ¡Y debe hacerlo con premura antes de que sea demasiado tarde!”- fin de la cita.

»Podrá contar siempre la comunidad internacional con la sincera voz de Cuba frente a la injusticia, la desigualdad, el subdesarrollo, la discriminación y la manipulación; y por el establecimiento de un orden internacional más justo y equitativo, en cuyo centro se ubique, realmente, el ser humano, su dignidad y bienestar.

»Muchas gracias.



»LINK DE LA INTERVENCIÓN DEL PRESIDENTE RAÚL CASTRO (VIDEO): http://webtv.un.org/watch/cuba-general-debate-70th-session/4516212578001»